Edição 2017/2018


Edição 2017/2018

A seleção pública do Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2017/2018 contou com investimentos de R$ 15 milhões. Ao todo, de 647 projetos inscritos foram escolhidos 57 espetáculos para circulação, com representantes de 16 unidades federativas, nas categorias adulto (43) e infanto-juvenil (14). Estão previstas apresentações em 110 municípios, abrangendo todos os estados.
O resultado desse ano contabiliza um indicativo de crescente desconcentração de origem entre os proponentes. De 2009 a 2014, 82% dos projetos inscritos eram da Região Sudeste. Na edição passada, esse percentual baixou para 60% e, para o biênio 2017/2018, serão 40%. Vale destacar também o crescimento da participação da Região Nordeste, que passou a responder por 28% dos inscritos, contra um resultado anterior de 12%.
Assim como na última edição, todas as apresentações oferecem instrumentos de acessibilidade – Libras ou audiodescrição – e realizam, em todas as cidades da circulação, encontros com grupos locais, possibilitando o intercâmbio de linguagens e práticas cênicas.

Comissão de Seleção

Alena Aló, coordenadora de patrocínio cultural da Petrobras Distribuidora.

Eliane Coelho, gestora de patrocínio cultural da Petrobras Distribuidora.

Regina Studart, consultora de patrocínio cultural da Petrobras.

Joziane Perdigão, gestora de patrocínio cultural da Petrobras.

Sergio Bacelar, produtor cultural desde 1994, se especializou na idealização, elaboração e coordenação de projetos nos segmentos teatro e dança. Sergio é o responsável pela criação e coordenação do Festival do Teatro Brasileiro (FTB) que nas suas 19 edições promoveu a circulação de 181 espetáculos em 597 apresentações com público superior a 251 mil espectadores.

Giovana Barbosa de Souza, mestre em direitos humanos. Especialista em Educação Infantil, Relações Públicas de graduação, Atriz. Consultora de projetos voltados à infância, membro do Conselho Deliberativo da Aliança pela Infância no Brasil, membro do Conselho Internacional da Aliança pela Infância, coordena projetos e é docente na UMAPAZ – Universidade Aberta de Cultura de Paz e Meio Ambiente, consultora de projetos voltados à Infância.

Marcelo Bones, programador, consultor e assessor de importantes festivais teatrais brasileiros. Idealizador e coordenador do Observatório dos Festivais (festivais.org.br) e Diretor Executivo da Platô – Plataforma de Internacionalização do Teatro. Foi Diretor de Artes Cênicas da FUNARTE de 2009 a 2011. É Licenciado em Ciências Sociais, é professor, diretor e fundador do Grupo Teatro Andante de Belo Horizonte.

Paulo Feitosa, Produtor, Gestor Cultural, Programador de Festivais e Publicitário. Dirige a produtora Quitanda das Artes onde atua como idealizador, coordenador, diretor executivo de projetos culturais em diversos segmentos, com destaque para a direção e curadoria de diversos festivais em âmbito nacional e internacional. Dedicou-se à gestão de políticas públicas para a cultura, como Secretário Executivo da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult).

Resultado Adulto

Resultado Infanto-juvenil

Depoimentos

Sérgio Bacelar

“Destaco a atenção do edital para com a criação de elos profissionais que estimula e fortalece uma rede de teatro brasileira, bem como para com a inclusão de pessoas com algum tipo de deficiência”.


Giovana Barbosa de Souza

“No âmbito do teatro infantil, muita beleza, muita riqueza, mas também a marca da necessidade de ampliação de olhares para a infância contemporânea, a arte revela a ponte entre o que somos e que as várias possibilidades, nos alimenta. Contudo para isso é importante que os grupos estejam atentos sobre quem são as crianças brasileiras que temos neste período, quais são seus interesses, quem são os adolescentes, e os jovens onde e como vivem”.


Marcelo Bones

“Participar de um processo de seleção desta envergadura é sempre lidar com os desejos e sonhos dos artistas brasileiros. è sempre uma tarefa difícil e angustiante, pois temos uma produção teatral extremamente rica, diversa e pulsante. Estes sonhos e desejos se manifestam na pulsão de sair de seu territorio, se apresentar em outros lugares, buscando sempre outros públicos, outros artistas, outros olhares”.


Paulo Feitosa

“Promover a circulação e a democratização do acesso ao teatro brasileiro permite às produções de artes cênicas brasileiras, através da circulação de espetáculos de teatro, estabelecer e consolidar colaborações em desenvolvimento cênico, ampliando as possibilidades de fruição, reflexão, criação, produção cultural e formação de novas plateias. O programa redimensiona, portanto, o caráter de intercâmbio político e artístico-cultural, com foco na circulação de pessoas, serviços e bens imateriais”.