Programação



PROGRAMAÇÃO

Cadastramento e degustação BR Mania

Abertura

1ª conversa: O papel de uma rede nacional de produtores na circulação dos projetos.

Com Leonardo Lessa (MG) e Maria Marighella (BA) e mediação de Marcelo Bones
– As experiências e instituições que atuam em âmbito nacional.
– Os principais custos envolvidos na circulação de espetáculos.
– Articulação coletiva e possíveis desdobramento para o orçamento e os resultados das itinerâncias dos grupos.
– Os desafios para articulação de redes de teatro em âmbito nacional.

2ª conversa: Acessibilidade nos espetáculos teatrais.

Com Patrícia Dorneles (Curso de Especialização em Acessibilidade Cultural / UFRJ) e Pedro Prata (Escola de Gente – RJ) e mediação de Marcelo Bones
– As demandas legais e a efetividade do acesso cultural às pessoas com deficiência.
– Desafios para conciliar os recursos de acessibilidade e a linguagem teatral para todos os públicos.
– As estratégias para a formação de plateia e acesso efetivo do público com deficiência.

3ª conversa: A importância dos projetos de difusão teatral para o intercâmbio de linguagens e a formação de público.

Com Leandro Knopfholz (Festival de Teatro de Curitiba-PR) e Raphael Vianna (Palco Giratório Sesc – RJ) e mediação de Marcelo Bones
– A rede de circulação de espetáculos que os eventos de difusão articulam pelo país.
– A importância desses eventos para o intercâmbio junto à cena local.
– As relações entre os festivais e os desafios para a consolidação de um calendário nacional.
– As estratégias desses projetos no longo prazo para a formação de público em suas praças e o impacto na ocupação dos teatros ao longo do ano?

DEBATE

ALMOÇO

Apresentação de casos,com mediação de Sérgio Bacelar

Acessibilidade do espetáculo “O Homem do Banco Branco e a Amoreira”
(Circulação por Manaus/AM, Belém/PA, Palmas/TO e Salvador/BA).

Com Moira Albuquerque (Girolê Produções -PR)
– A incorporação de instrumentos de acessibilidade ao espetáculo original.
– Formas de conciliar os instrumentos de acessibilidade com a linguagem cênica.
– A comunicação junto ao público com deficiência, a recepção do espetáculo e o comparecimento desse público.
– Demandas logísticas para o acesso do público com deficiência.
– Formação de plateia como suporte para a experiência do espetáculo com a acessibilidade cultural.
– Acessibilidade cultural: inclusão ou segregação.

Debate

A experiência de intercâmbio do espetáculo “Nuestra Senhora de las Nuvens”
(Circulação por Belo Horizonte/MG, Diamantina/MG e Vitória/ES)

Com Fernando Yamamoto (Clowns de Shakespeare-RN).
– A prática de encontros como elemento estrutural da trajetória dos Clowns de Shakespeare.
– A estrutura de grupo como aspecto facilitador para a realização de atividades formativas com outros artistas.
– O papel do intercâmbio entre grupos na articulação de redes: Nordeste, Brasil, latino-americana.
– O laboratório como modelo de espaço formativo, em Natal e em circulação.

Debate

Soluções de logística do espetáculo “Zona de Guerra”(Circulação por Belém/PA, Oriximiná/PA, Santarém/PA, Manaus/AM, Itacoatiara/AM, Boa Vista/RR e Caracaraí/RR).

Com Luisa Helene (Cia Triptal – SP)
– Critérios de escolha dos municípios da itinerância.
– Aspectos críticos na elaboração do cronograma.
– Planejamento e logística para o transporte hidroviário.
– Desafios da prestação de contas quando se atua com fornecedores locais num contexto de economia informal.

Debate

Formação de plateia com o espetáculo: “Entre Nós, Uma Comédia sobre diversidade”(Circulação por Blumenau/SC e Maringá/PR)

Com Fernanda Paquelet (Arte com Quatro Produções Artísticas (BA).
– A construção da ação de formação para o ambiente escolar.
– As implicações da escolha dos professores como foco da ação formativa.
– O legado das ações de formação de público promovidas no contexto da itinerância e as formas de potencializar esses resultados.
– A influência das diversas barreiras simbólicas e materiais no acesso ao espetáculo.

Debate

ENCERRAMENTO